sexta-feira, 17 de agosto de 2018
A Febre das Tulipas
Título original:
Tulip Fever
De:
Justin Chadwick
Com:
Alicia Vikander, Dane DeHaan, Jack O'Connell
Género:
Drama, Romance
Outros dados:
EUA/GB, 2017, Cores, 107 min.
Holanda, século XVII. Fortunas parecem nascer do nada, com pessoas de todas as classes sociais a vender as suas posses para investir em bolbos de tulipas. Cornelis Sandvoort, um mercador rico, contrata o pintor Jan van Loos para pintar um retrato seu ao lado de Sophia, a jovem e bela esposa. Inconformada por ter sido obrigada a casar quando era praticamente uma criança, Sophia vê-se completamente enredada pelos encantos de Jan. Com o passar do tempo, cada vez mais envolvidos naquele amor proibido, os amantes resolvem fugir. De modo a arranjar dinheiro que os liberte do poder do mercador, Sophie e Jan arriscam tudo o que têm no comércio de tulipas, sonhando com uma vida longe dali e sem imaginarem que, em breve, o mercado entrará em colapso, deixando arruinados milhares de holandeses.
Um drama histórico realizado por Justin Chadwick ("Mandela: Longo Caminho para a Liberdade"), segundo um argumento de Tom Stoppard, que adapta o "best-seller" com o mesmo nome escrito, em 1999, por Deborah Moggach – que também colabora no argumento. Os actores Alicia Vikander, Dane DeHaan, Jack O'Connell, Zach Galifianakis, Judi Dench, Christoph Waltz, Holliday Grainger, Matthew Morrison e Cara Delevingne dão vida às personagens. PÚBLICO
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
“Os serviços educativos são um elemento essencial para o cumprimento da missão das instituições culturais. Vistos muitas vezes através de um prisma redutor, aquele que limita o âmbito da sua ação ao público infanto-juvenil e aos grupos escolares, os serviços educativos são um fator determinante na criação de relações significativas e duradouras com as pessoas; pessoas de todas as idades, com conhecimentos e capacidades diversos. Criam pontes de acesso à oferta cultural, contribuem para a eliminação de barreiras intelectuais e sociais, disponibilizam as ferramentas para que uma pessoa possa interrogar e interrogar-se, estimulam o pensamento crítico, levam à descoberta.”
segunda-feira, 23 de abril de 2018
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
sábado, 18 de novembro de 2017
Ponto por ponto
O Ponto[1].
Tudo começa num ponto. Multiplica-se, divide-se, forma novos pontos. Há ponto
de partida e ponto de encontro, ponto de vista e ponto de fuga, ponto da
situação, ponto de cruz e ponto de rebuçado, ponto de interrogação e ponto de exclamação,
ponto de equilíbrio, ponto fraco e ponto forte, pontos visíveis e pontos que só
se podem sentir…
Há o ponto da Leonor e os pontos da Helena, que, à semelhança
de situações anteriores, deram vida a várias peças. A aplicação do bordado é recorrente
nas obras da artista. Aliando a herança cultural e a tradição à imaginação, a
Helena gera ilusões e sensações, cria sonhos e constrói castelos … ponto a
ponto até à obra definitiva. Ponto final.
Ana Paula Almeida
2017
Ana Paula Almeida
2017
[1] O ponto [s.
m.] é o elemento visual mais simples da linguagem plástica. Quando relacionado
com outros pontos podem obter-se diferentes efeitos e provocar distintas
sensações visuais, como por exemplo, sensação de grandeza, de quantidade, de
movimento, de volume…
terça-feira, 31 de outubro de 2017
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