quarta-feira, 4 de maio de 2016
quarta-feira, 6 de abril de 2016
"Um artista nunca é pobre"
Babette Hersant (Stephane Audran) , uma refugiada dm fuga busca abrigo na casa das irmãs Martine (Birgitte Federspiel) e Philippa (Bodil Kier) em uma pequena vila na costa de Jutland, Dinamarca, no século 19. Um dia Babette ganha na loteria e resolve gastar os 10 mil francos na realização de um banquete inigualável para as irmãs e os membros da congragação religiosa fundada pelo pai delas, na data dos 100 anos dele. Um “real French dinner”.
O menu de sete pratos do filme consistia em:
“Potage à la Tortue” (sopa de tartaruga) servida com xerez Amontillado
“Blinis Demidoff” (panquecas de trigo sarraceno com caviar e creme de leite) servido com champanhe Veuve Cliquot
“Cailles en Sarcophage” (codorna em massa folhada com foie gras e molho de trufas) servido com Clos de Vougeot Pinot Noir
Salada de endívia
“Savarin au Rhum avec des Figues et Fruit Glacée” (pão de ló de rum com figos e cerejas cristalizadas) servido com champanhe
queijos variados e frutas servidas com sauternes
café com conhaque vieux marc Grande Champagne.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
sábado, 19 de dezembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
... temos de merecer a sorte que temos ...
"(...)Com certeza que estas pessoas trazem os seus problemas, os seus hábitos culturais e os seus traumas. Vai ser necessário um longo trabalho de adaptação mútua e diálogo intercultural. Mas recusar ajudá-los por medo e por comodismo é algo que combina mal com este continente rico e baseado em ideais humanistas no qual nos calhou em sorte nascer. (...)"
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Salão Londrino
“José Ezequiel Andrade herdou o negócio dos tios, que
em 1937 criaram este recanto baptizado pela origem do seu primeiro cliente. Até
hoje inalterada, a pequena loja permanece com os mesmos escaparates azuis, o
mesmo balcão, o antigo reclame.
Bonés e chapéus de feltro, lã, terylene, algodão, bombazina, napa e impermeáveis vêm directamente
de São João da Madeira, no Continente, onde são confeccionados.
Passaram já quinze anos, desde que o Salão Londrino
abandonou a produção de chapéus de palha destinados à exportação para a
Rodésia, África do Sul e Portugal. A chapelaria, que em tempos equipou o Casino
do Estoril vive actualmente dos clientes fiéis e dos jovens, que alheios ao seu
glorioso passado, aqui adquirem peças que fazem a moda dos dias de hoje. Na
pequena montra, um busto vintage
criado por um cliente austríaco à imagem da fundadora denunciam acarinhadas
recordações de família.”
Como eu gostaria de puder salvar esta joia!
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